Correria…

outubro 14, 2008 às 6:07 pm | Publicado em Literatura | 1 Comentário

Oiii gente!

Eu tô numa correria tão grande que parece que meu dia tem que ter 48 horas pra dar conta de fazer tudo auhauhauha. Aula de manhã, aula a tarde, cursinho, ver roupa de formatura, é tanta coisa! ahaha…

Queria dar uma dica super legal pra vcs, saiu até no jornal, é sobre um site que fizeram pra Machado de Assis com várias obras dele, entrevistas, resumos literários, a sua biografia. Tava dando uma olhada nele esses dias eu achei tão interessante, que vi que valia muito apena indicar pra vcs, o site é www.machadodeassis.org . Tem até falando um pouco sobre as obras dele que foram adaptadas pra tv..é bem legal!

No mais, nada de novo. Só estudo, estudo, estudo. Eu acho que nunca na minha vida desejei tanto que as férias chegassem, que eu pudesse dormir até tarde, passar uma tarde sem fazer nada só vendo tv, é tão bom, né? Logo, logo eu tô fazendo isso… ahauhauhauh…

Agora deixa eu voltar pra correria !!!! Um super beijo pra vcss!!!

Ana Beatriz

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O jovem lê?

novembro 10, 2007 às 11:18 pm | Publicado em Lazer, Literatura, Redação | 8 Comentários

O jovem de hoje é rotulado como um consumista que só gosta de ouvir música, assistir a TV e navegar pela internet. Livros, só aqueles obrigados pelo colégio, os temidos paradidáticos. Jornais então, nem se fala.

Mas é isso realmente o que acontece? Toda generalização é burra, e essa segue a risca a regra. Nós temos um acesso à informação fora do comum, nunca tantos livros foram publicados no Brasil. Nunca tantos livros foram vendidos no Brasil.

Tomo minha sala como exemplo disso. Mesmo a famosa “galera do fundão” sempre traz um livro pra sala de aula (mesmo que seja só pra ajudar a encarar a maratona de aulas). E num é qualquer livro não. Já vi gente levando a Divina Comédia debaixo do braço.

Claro que alguns adolescentes formaram um preconceito bobo contra a leitura. O que é uma coisa irracional, porque existem livros para todos os gostos. Até para aqueles que não gostam de ler.

O que se pode argumentar, e nesse ponto eu concordo, é que os brasileiros, de um modo geral, não conseguem interpretar satisfatoriamente o que estão lendo. Isso é um problema crônico da nossa educação, e um dos responsáveis pelo subdesenvolvimento da nação.

Gostaria de sugerir uma enquete: O jovem lê? Vocês podem responder nos comentários, dizendo sim ou não, e justificando se quiser.

P.S.: Já que estamos falando de leitura, um dos meus gêneros preferidos é a distopia, uma utopia ao contrário. Os três melhores livros do gênero (vou colocá-los na minha ordem de preferência) são 1984 (George Orwell), Farenheit 451 (Ray Bradbury) e Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley). Todos são retratos de sociedades “futuras”, mas que apresentam semelhanças incríveis com a nossa época, principalmente 1984.

Larissa

Só pra lembrar…

outubro 10, 2007 às 11:00 pm | Publicado em Aulão, Literatura | Deixe um comentário

Oi pessoal,

Já foi falado aqui, mas vou relembrar já que vai acontecer sexta, o dia todo, no Teatro dos Guararapes (Centro de Convenções), o aulão de Literatura da Bienal. Quem estuda nos colégios parceiros (Atual, CBV, Contato, Motivo e NAP) pode adquirir os ingressos antecipadamente, mas haverá venda no local. As aulas começarão às 8:15 da manhã, e terão como tema os livros cobrados nos vestibulares de Pernambuco.

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Outra coisa, amanhã é o último dia para imprimir o Comunicado de Confirmação de Inscrição (CCI) no site da Covest. O fera deve levar duas vias pro local de prova. Não se esqueçam!

Larissa

Bienal do Livro

outubro 10, 2007 às 1:09 am | Publicado em Literatura, Redação, Vestibular.08 | Deixe um comentário

Não sei se vocês estão acompanhando a IV Bienal de Pernambuco, mas já fui três dias e estou achando o máximo! Livros quase de graça e palestras geniais. Ontem assisti um debate sobre a nova política dos países latino-americanos no Espaço Universitário. Como o assunto me interessa, achei ótimo.

É bom que vocês fiquem ligados e compareçam, visto que, dia 14 encerra. E vale a pena ir vários dias!

Beijos,

Gabriela Borges 🙂

As faces de Fernando Pessoa

outubro 5, 2007 às 7:15 pm | Publicado em Literatura | 3 Comentários

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Esta semana tive uma aula muito interessante de literatura da professora Graça Migliorini, que destrinchou um pouco da vida e da obra de Fernando Pessoa. É meio complexo de entender algumas coisas e abaixo fiz uma adaptação de uma das partes que achei mais importantes: heterônimos. Abraço, Marcão

Bons Estudos 😉

Álvaro de Campos

Entre todos os heterónimos, Campos foi o único a manifestar fases poéticas diferentes ao longo de sua obra. Era um engenheiro de educação inglesa e origem portuguesa, mas sempre com a sensação de ser um estrangeiro em qualquer parte do mundo.Começa sua trajetória como um decadentista (influenciado pelo Simbolismo), mas logo adere ao Futurismo. Após uma série de desilusões com a existência, assume uma veia niilista, expressa naquele que é considerado um dos poemas mais conhecidos e influentes da língua portuguesa, Tabacaria.

Ricardo Reis

O heterónimo Ricardo Reis é descrito como sendo um médico que se definia como latinista e monárquico. De certa maneira, simboliza a herança clássica na literatura ocidental, expressa na simetria, harmonia, um certo bucolismo, com elementos epicuristas e estóicos. O fim inexorável de todos os seres vivos é uma constante em sua obra, clássica, depurada e disciplinada. Segundo Pessoa, Reis mudou-se para o Brasil em protesto à proclamação da República em Portugal e não se sabe o ano de sua morte. José Saramago, em O ano da morte de Ricardo Reis continua, numa perspectiva pessoal, o universo deste heterónimo, após a morte de Fernando Pessoa, cujo fantasma estabelece um diálogo com o seu heterónimo, sobrevivente ao criador.

Alberto Caeiro 

Caeiro, por seu lado, nascido em Lisboa teria vivido quase toda a vida como camponês, quase sem estudos formais, teve apenas a instrução primária, mas é considerado o mestre entre os heterônimos (pelo ortônimo, inclusive). Morreram-lhe o pai e a mãe, e ele deixou-se ficar em casa com uma tia-avó, vivendo de modestos rendimentos. Morreu de tuberculose. Também é conhecido como o poeta-filósofo, mas rejeitava este título e pregava uma “não-filosofia”. Acreditava que os seres simplesmente são, e nada mais: irritava-se com a metafísica e qualquer tipo de simbologia para a vida. Dos principais heterônimos de Fernando Pessoa, Caeiro foi o único a não escrever em prosa. Alegava que somente a poesia seria capaz de dar conta da realidade.Possuía uma linguagem estética direta, concreta e simples, mas ainda assim, bastante complexa do ponto de vista reflexivo. Seu ideário resume-se no verso Há metafísica bastante em não pensar em nada. Sua obra está agrupada na coletânea Poemas Completos de Alberto Caeiro.                                                                                                 firma-pessoa.jpg

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