República Populista

novembro 18, 2008 às 2:09 am | Publicado em História | 5 Comentários

República Populista porque em meio ao fim da segunda guerra os líderes nacionalistas e neoliberais pregavam serem os salvadores da pátria e atribuiam a si as qualidades necessárias para serem os heróis do povo, abusando de campanhas eleitorais pessoais. Era o candidato que ganhava a eleição e não o partido, esse movimento se espalhou por toda a América Latina desagradando aos EUA que queria uma aliança politica com os países da América no recém criado contexto da Guerra Fria. Só restava aos EUA derrubar aqueles que fossem simpatizantes com a URSS para poder manter intacta sua zona de influência sem se importar se estava ou não cumprindo os ideais liberais e democráticos que pregava na sua constituição.

Com a Lei Agamenon Magalhães os partidos politicos eram reestituidos e ele retirava o Partido Comunista da ilegalidade. O próprio Vargas apoiou a criação do PSD (aristocratas nacionalistas, seu maior lider foi Miguel Arraes em PE), e criou o PTB (seu próprio partido, que teve outro importante líder: João Goulart), viu ser criado a UDN (partido de aristocratas neo-liberais que defendiam a vinda do capital externo para o Brasil, eram conhecidos também como Colarinhos Branco, tinha como um importante líder o jornalista Carlos Lacerda).

Eurico Dutra (1945-1950)

Impedido de participar das eleições presidenciais, Vargas voltou para sua fazenda em São Borja (RS) e decidiu não apoia nenhum dos 11 candidatos, dos quais só três eram importantes: Eurico Dutra (PSD), o Brigadeiro Eduardo Gomes (UDN) e Yedo Fieza (PCB). Usando do voto feminino e do prestigio do Brigadeiro Eduardo Gomes que era herói das tropas brasileiras na segunda guerra, e simbolo do movimento tenentista (foi um dos dois sobreviventes dos 18 do Forte Copacabana) a UDN parecia estar garantida no poder, eis que Eurico Dutra e o PSD correram para Vargas, em troca do apoio dele na próxima eleição Vargas seria a apoiado por eles. Com o apoio de Vargas, Dutra é eleito presidente com expressivos 55% (naquela época não havia 2º turno, o melhor colocado era eleito) e começava seu governo com os cofres públicos cheios de dólares vindos da 2ª Guerra Mundial. Só que com a Missão Abbink, em que o país receberia a visita do presidente americano e do ‘american way of life’ o Brasil gastou muito dos seus dólares em produtos superflúos (io-iôs, televisões que nem tinham sinal e outras bugigangas). Isso fez Vargas criticar duramente o mandato de Dutra, e fez com que o mesmo se afastasse do PSD e se aproximasse da UDN, maioria na câmara. Seu plano de governo foi o SALTE (sáude, alimentação, transporte e energia), os dois últimos foram levados em consideração tendo Dutra criado a Chesf no Nordeste e a Via Dutra que liga SP ao RJ. Ele alinhou o país aos EUA na guerra fria ao assinar o TIAR (Tratado Inter-americano de Assistencia Reciproca) e foi obrigado a caçar o PCB, colocando-o na legalidade, rompeu relações com a URSS, pelo incidente com o embaixador brasileiro (na verdade foi uma armação para que a URSS prendesse o diplomata brasileiro que estava bebâdo e causando confusão em Moscou, com o isso é proibido pela ONU o Brasil exigiu desculpas oficiais que não existiriam, pois a URSS estava certa) e fundou a ESG (Escola Superior Militar, orgão formador dos futuros golpistas de 1964).

Getúlio Vargas (1950-1953)

Mesmo com o apoio do PSD e do seu próprio partido o PTB, Vargas sabia que ainda assim estaria arriscado a perder a eleição para Ademar Barros (o governador paulista que era eleito sob o lema ‘Roubo, mas faço!’) que seria vitorioso com grande margem de votos em toda SP, pois Vargas ainda era odiado pela forte repressão que teve contra a Revolução Constitucionalista de 1932. A velha raposa gaúcha então chamou Ademar Barros e propôs uma aliança, ele desistiria de uma candidatura incerta pra um candidato velho, e na próxima eleição Vargas prometeu apoiá-lo. Ademar de Barros concordou e Vargas novamente se tornava presidente brasileiro, dessa vez eleito pelo povo derrotando Eduardo Gomes da UDN.

Assim que começou seu governo ele tratou de reiniciar suas medidas nacionalistas que irritava profundamente os interesses dos neo-liberais da UDN, ainda maioria na câmara. Após ter nomeado João Goulart, o popular Jango como ministro do trabalho ele aprovou a transferencia de algumas das leis da CLT para os trabalhores rurais que descontentou ainda mais os aristocratas. Com a medida de dar um aumento de 100% no salário minimo proposta por Goulart, Vargas recebe o “Manifesto dos Coronéis” em que o exercito dizia que tal medida causaria insubordinação no exercito e falta de membros de baixa patente (o salário minimo passaria a ser maior que o salário de um soldado raso) e os coronéis exigiram a demissão de Jango. Acuado Vargas demitiu seu ministro, mas no dia 1º de maio aprovava o aumento de 100% no salário minimo. Seu plano de governo, foi o Plano LAFER (nome de seu ministro da casa civil) em que ele estimulou o fortalecimento de industrias de base, principalmente as energeticas, criou o BNDE (que mais tarde viraria o BNDES) e foi um dos fundadores da campanha “O Petroléo é nosso”, em que ele, junto com Monteiro Lobato, investiram na descoberta de petroléo no Brasil. Quando isso foi comprovado ele criou a Petrobrás, contrariando as empresas multinacionais que queriam monopolizar o petroléo do Brasil. Criou a estabilidade no trabalho privado(se um trabalhador completasse 10 anos de trabalho ele não poderia ser mais demitido) e chegou a falar na LRL (Lei de Remersa de Lucros), em que 10% do lucro que as multinacionais tivessem no Brasil teriam que ser investidos aqui.

No incidente de 08/08/1953, o atentado contra Carlos Lacerda, inimigo politico pessoal de Vargas e líder da UDN, um major da aeronautica foi morto. Assim Vargas começava a ser desprestigiado. A aeronáutica acusou a policia civil de insuficiente e instaurou seu próprio comando de policia no saguão do aeroporto do Galeão no RJ. Os politicos começaram a se afastar de Vargas e com a acusação de que o “Anjo Negro”: Gregório Fortunato, chefe da segurança pessoal de Vargas teria sido o mandante do atentado a UDN colocou o presidente contra a parede.

Sem querer renúnciar novamente, Vargas tirou sua vida. Ele perdia sua vida, mas entrava para a história, pois junto ao seu corpo foi encontrada uma carta em que ele explicava muito bem o que estava acontecendo, acusando a oposição de tramar contra ele e o povo e de tentar jogar uns contra os outros. O povo foi para as ruas e os planos da UDN de tomar o poder foram frustrado, Carlos Lacerda fugiu para Portugal. Com seu suicidio Vargas adiava o golpe em dez anos.

Governo Provisório (1953-1954)

Com a morte de Vargas seu vice-presidente: José Café Filho deveria assumir o poder e terminar o mandato de Vargas. Com as eleições de 1954 três fortes candidatos aparecerão, todos usando o nome de vargas: Ademar Barros, que havia se afastado dele quando os boatos começaram, mas que tratou de mostrar os documentos em que Vargas prometera apoiá-lo na próxima eleição; Juscelino Kubitschek, membro do PSD que foi o único a se manter ao lado de Vargas nos últimos meses de sua vida por ter que ter apoio do governo federal para inaugurar as obras de seu governo em MG e que se aliou a Jango que concorria ao cargo de vice-presidente (vice-presidente disputava uma eleição separada); e Juarez Tavora, candidato da UDN que havia sido lider da Revolução de 1930 no Norte-Nordeste.

JK venceu, mas com menos votos que Jango, pois todo mundo via nele o verdadeiro herdeiro politico de Vargas. A UDN então decidiu impedir JK de assumir o poder, primeiro fez José Café Filho o vice de Vargas que era o presidente ‘ter’ um enfarte e passar o poder ao presidente da câmara dos deputados: Carlos Luz, um dos líderes da UDN. Henrique Texeira Lott, militar e altamente legalista presentiu o golpe e deu um golpe antes disso passando o cargo para Nereu Ramos, presidente da câmara do senado e membro do PSD. A UDN fez de tudo para impedir a posse de JK alegando que ele tinha tido menos votos que Jango, mas não teve jeito, o erxecito já não tinha a unidade minima que precisava para dar o golpe por causa de Lott.

Juscelino Kubitschek (1955-1960)

A primeira coisa que fez ao assumir o cargo de presidente foi nomear Lott como seu ministro de guerra, depois tratou de se aproximar da UDN, pois viu que se não o fizesse não iria terminar seu governo e como “JK fazia de tudo para ser presidente, até pisar na mãe” segundo seus inimigos politicos, JK conseguiu ter exito em todos os seus planos politicos. Com seu Plano de Metas dizia que iria fazer 50 anos em 5. O seu governo coincidiu com uma ótima fase cultural que o Brasil vivia no exterio, “O Brasil parecia que ia dar certo” segundo alguns historiadores. Nosso país exportava cinema através do Cinema Novo que retratava o forte regionalismo do país sob o lema “Uma ideia na cabeça e uma câmara na mão”, tinha a Bossa Nova admirada em todo mundo pelo seu jeito simples e requintado de fazer som em um violão, tinha o melhor futebol do mundo, o melhor boxe do mundo e a melhor tenista do mundo. Eram os Anos Dourados.

Aliado aos neo-liberais JK tratou de trazer investimento exterior para bancar a obra de Brasilia, um antigo sonho de uma capital no planalto central (Mem de Sá, o governador geral mais importante da colônia já falava em transferir a capital para o interior, nas proximidades do Planalto Central). Trouxe as empresas automobilisticas e conseguiu o crescimento de 8% ao ano. Mas isso não foi de graça, JK abriu um abismo economico sem fundo, a Inflação estava chegando, o ovo do dragão ia nascer. Ele deveria ter apoiado Lott nas eleições seguintes, mas sabendo que o próximo presidente iria enfrentar uma grave crise tratou foi de dar uma rasteira pode debaixo dos panos no seu ministro da guerra, para que em 1965 ele fosse empossado como presidente novamente e salvar o país da crise. Quem venceu a eleição foi um figuraço o Jânio Quadros, que não tinha partido nenhum, fazia questão de criticar todos os partidos e foi apoiado pela UDN, deveria ter apoiado o vice da UDN, mas tratou de juntar a sua musiquinha da vassourinha (ele dizia que ia ser a vassourinha que ia limpar o senado e a câmara da corrupção) ele incentivou o “Jan-Jan” (Jânio e Jango) e assim Jango era reeleito como vice-presidente.

Jânio Quadros (1961)

Foi uma das maiores figuras politicas do país. A UDN parecia finalmente ter chegado ao poder certo? Errado. Jânio tratou de enlouquecer os “colarinhos bracos”, pois na politica interna ele criticava e caçava comunistas e fazia questão de xingar esquerdistas, sendo um moralista ferrenho. Na politica externa mandou Jango para a URSS para ele reatar com a potência comunista, apoiou Cuba na questão da Invasão da Baia dos Porcos e condecorou o guerrilheiro argentino “Che” Guevara. Isso chocou tanto a esquerda como a direita brasileira. Logo que assumiu tratou de congelar salários e a pedir ajuda do FMI e do BIRD para tentar conter as altas taxas de Inflação. A UDN passou a querer a renuncia dele, e ele o fez, escrevendo uma carta, uma cópia mal feita da de Vargas em que ele alegava que ‘forças misteriosas’ haviam deposto ele do poder, na verdade, o motivo não foi a politica externa e sim por Jânio ter falado LRL (Lei de Remersa de Lucros que Vargas havia cogitado no fim do seu governo). Quando renunciou ele tinha mandado Jango para a China pensando que a UDN jamais deixaria ele assumir o cargo e achando que o povo fosse exigir a sua volta (afinal ele havia sido eleito com 48% dos votos, mesma porcentagem de Vargas).

João Goulart (1961-1964)

Os ministros militares: Gan. Odilio Denys, Alm. Silvio Heck e o Brig. Gabriel Grüm Hoss publicaram um manifesto dizendo que não deixariam os comunistas assumirem o poder junto com Jango. Leonel Brizola, governador do RS, e cunhado de Goulart, sequestrou uma rádio e começou uma transmição clandestina em que iniciava o movimento Legalista. Sem o apoio de Lott, que havia sido preso logo após a renuncia de Jânio Quadros, a direita esperava consolidar o golpe com a ajuda do erxecito, o que não ocorreu pois o Gan. Machado Lopes, comandante do III Erxecito do Brasil (o que compreende a região Sul) apoiou Brizola e com esse racha ficava clara o clima de Guerra Civil que não agradava os direitistas. Plinio Salgado, ex-lider integralista propôs que o Parlamentarismo fosse instaurado, a principio Brizola e a esquerda não aceitaram, mas Jango aceitou com a condição de que um Plebiscito fosse feito antes do fim do governo para ver o que o povo brasileiro achava. A ideia da UDN era colocar o plebiscito no fim de Janeiro de 1965 (fim do governo de Jango).

João Goulart assume seu cargo de presidente em sete de setembro de 1961 com Tancredo Neves como seu primeiro 1º ministro, mas o mesmo teve que renunciar ao cargo para assumir o governo de MG. Assume Brochado da Rocha que falha miseravelmente e deixa o cargo para Hermes Lima que também não se sai bem no cargo. (a inflação passou de 64% para 95%). Assim o plebiscito foi adiantado para 1963, e a população decidiu pelo presidencialismo, frustrando os planos dos direitistas.

Celso Furtado, ministro da fazenda cria o Plano Trienal que pretendia em 3 anos acabar com a inflação e investir em reformas sociais, mas para isso precisaria de congelamento de salários, o que não agradava a Jango. O medo das reformas de base que constavam no plano trienal fez com que as elites boicotassem o plano de governo e os mesmo começaram a tramar um golpe, dessa vez bem articulado, não poderiam falhar novamente (já haviam falhado em 53, 55 e 61), criaram, o IPES e o IBAD, orgãos para fazer propaganda contra o governo financiados por multinacionais americanas (Miguel Arraes derrotou aqui em PE um candidato que tinha uma campanha de mais de dois milhões de dólares). O medo de uma possível reforma agrária agravou os conflitos entre ligas camponesas e aristocracias rurais (a primeira liga camponesa foi criada no engenho da galiléia, em vitória de santo antão-PE, liderados por Zézinho da Galiléia, os trabalhadores rurais camuflaram as reuniões (era proibido sindicatos de trabalhadores rurais) como se fossem para discutir as taxas para funerais (nem isso eles tinha direito) a principio o dono do engenho concordou, mas depois foi forçado a tentar desfazer o grupo por pressão dos outros aristocratas, os trabalhadores rurais contrataram o advogado recifense Francisco Julião para oficializar a situação deles, ele não só oficializou como se tornou um fervoroso líder da causa. O governador de PE durante o regime militar, Cid Sampaio apesar de apoiar o regime, claro, despropriou suas próprias terras em prol da causa dos trabalhadores rurais. As ligas ficaram famosas e se espalharam pelo nordeste e plo brasil, tendo seu apice na Paraíba quando a Liga de Sape chegou a ter mais de 10 mil mebros e seus líderes mortos).

Vendo que não tinha como ficar próximo da direita Jango foi para o Tudo ou Nada. Se aliou a alguns setores da esquerda como a UNE e as Ligas Camponesas (recém-criadas ainda) entrando na FPN(Frente Parlamentar Nacional) e se opondo a ADN (ação democratica nacional) que contava com o apoio do IPES, IBAD e da corrente “tradição católica e familiar”. Jango colocou na luta politica dois setores perigosos o baixo escalão do erxecito e a população rural, isso assustava cada vez mais a direita que foi recorrer aos EUA(ficou provado que o 4º pelotão da marinha americana estava pronto para invadir o Brasil e ajudar os revoltosos a completar o golpe de 1964 seguindo a operação Brother Sam). Como dois soldados rasos que haviam sido eleitos deputados não puderam ser empossados no dia 12/09/1963 estourava a Revolta dos Sargentos, que foram presos e anistiados por Jango. O presidente respondeu com o Comicio da Central do Brasil que contou com mais de 200 mil pessoas. A IPES organizou em SP a A mrcha da familia com deus pela liberdade já em 19/03/1964 em que o povo ia as ruas lutar contra o ‘perigo comunista’. Entre 25 e 26/03/1964 ocorreu a Revolta dos Marinheiros liderada pelo Cabo Anselmo(que mais tarde se descobriu ser um agente da CIA, ele participou aqui em Recife de golpes contra a esquerda ao planejar uma emboscada que matou até mesmo sua mulher grávida, uma importante lider contra o regime militar), em que a insubordinação ficou clara. Jango os anistiou assim como fez com o erxecito. O Cabo Anselmo organizou o Almoço no Automovel Clube em que convidou Jango a discursar, selando o apoio dele com a insubordinação assim como os militares haviam planejado. Com o apoio de três governadores: Carlos Lacerda do estado da Guanabara, Magalhães Pinto de MG e Ademar Barros de SP o golpe estourou, sendo adiantado pelo Gan. Mourão Filho (o mesmo que criou o plano cohen para Vargas), quase que o golpe era fracassado por causa de Mourão Filho, pois isso deu tempod de Brizola organizar uma defesa para Jango alegando que ‘João Goulart vai ser presidente do Brasil, enquanto o RS estiver no Brasil’. Jango não aceitou a ajuda nem a renuncia, o golpe estava feito, João Goulart estava deposto e foi se exilar no Uruguai para evitar uma guerra civil. Em Pernambuco Miguel Arraes foi o único a não aceitar ter que renunciar e foi exilado assim como Jango.

Começava assim mais uma fase triste da história Brasileira, o Regime Militar.

Ufa!

Acabamos, amanhã regime militar e república atual! Desculpa a falta de imagens, mas eu realmente não sei comos e coloca imagens aqui T.T

Tenho que fazer ainda uns exercicios de matematica e sao 23:07

u.u

enfim fico por aqui

Bruno Tôp

Ah sim, parabens Bia pela formatura, e eu já conhecia esse bizu de quimica, muito bom por sinal!!

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5 Comentários »

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  1. achei podre isso :/

    hahahah³

  2. cpz brincadeira acheii ooootimo me ajudou mto em um trabalho de escola

    obg =D

  3. adddorei
    me ajudou muito….
    bjooooosss

  4. Acho que foi o unico que eu gostei para pegar.

  5. Alguém sabe quem foi o Presidente Populista brasileiro conhecido com presidente iô-iô ? Preciso da resposta com urgência ! Muito obrigada !


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