República Velha

novembro 15, 2008 às 11:22 pm | Publicado em História | 4 Comentários

Desde seu inicio, a República já tinha um grande conflito a superar, o que se sucedia entre os militares e as aristocracias locais. Os primeiros defendiam um estado centralizado comandado a pulso forte para poder manter as fronteiras longiquas sob o dilema “Ordem e Progresso“. Já os outros queriam que a nova república fosse uma cópia dos EUA aqui no Brasil, tanto que o nome dado ao país foi Estados Unidos do Brasil, o um país descentralizado onde as províncias teriam sua própria auonomia, uma própria constituição e só se juntariam para se beneficiar através de impostos internacionais. E quem triunfou nessa luta? Primeiramente os militares, mas logo ficou claro que as ideias de Marx estavam certas, para controlar a politica, você precisa controlar a economia.

A República velha pode ser dividida de duas maneiras: a primeira divida em República da Espada (enquanto esteve nas mãos dos militares) e em República Oligarquica (quando passou para a mão dos cafeicultores do suldeste); e a segunda em Fase da Implantação, Fase da Consolidação e Fase do Declínio.

República da Espada (1889-1894)

Deodoro da Fonseca (1889-1891)

Após o golpe em que a familia real foi deposta Deodoro como o líder assumiu o governo provisório até que uma nova constituição fosse elaborada. E assim como ocorreu em 1824 o congresso foi chamado as pressas para elaborar (copiar)uma constituição. Após muito conflito, os aristocratas conseguirão que a constituição dos EUA fosse usada como referência e assim entrava em vigor a segunda constituição brasileira, a Constituição de 1891. Logo depois a mesma assembléia constituinte elegeu o primeiro presidente, e querendo manter uma estabilidade politica, as oligarquias deram o mandato ao militar que mais se parecia com eles, e decidiram manter Deodoro no poder. Nove meses depois estourava no Rio de Janeiro a 1ª Revolta da Armada liderada por Custódio de Melo, outro militar, o que havia sido derrotado por Deodoro na eleição. Deodoro corajosamente renunciou de seu cargo.

Floriano Peixoto (1891-1894)

Assim como Custódio de Melo, Floriano Peixoto era um dos militares radicais, e era o vice de Deodoro. Com a renúncia de Deodoro, Floriano deveria conduzir a república para uma nova eleição, pois o presidente eleito não havia cumprido metade de seu mandato, e a nova constituição previa novas eleições caso isso não acontecesse. Sob a justificativa de que Deodoro não havia sido eleito segundo a constituição, Floriano se manteve no poder e passou a enfrentar uma oposição ferrenha, chegando a ganhar o apelido de “Marechal de Ferro”. Com o apoio popular consegui frustrar a 2ª Revolta Armada, mas uma vez liderada por Custódio de Melo, só que dessa vez o povo apoiou Floriano e Custódio não pode cumprir a promessa de bombardear o palácio onde o presidente estava caso ele não renunciasse. Se envolveu na Revolução Federalista ou Revolta da Degola (1893-1894) (revolta da degola, porque como a munição era cara na época os dois lados passaram a degolar os inimigos para não gastar munição a toa) que ocorreu no RS, em que os pica-paus, partido liderado por Júlio de Castilhos tentavam se manter no poder contra a oposição dos maragattos e Gaspar Martins. Floriano apoiou Júlio de Castilhos e os pica-paus, pois achou que o mesmo acontecia com ele, mandou tropas federais que desceram numa ilha de SC, mas tarde a ilha virou cidade chamada Florianópolis.

República Oligarquica (1894-1930)

Prudente de Moraes (1894-1898) foi o primeiro presidente civil e o primeiro a ser eleito por eleição direta iniciou a politica oligarquica trazendo o poder para o eixo do sudeste, sendo um cafeicultor paulista passou a elaborar planos de proteção ao produto e a tornar o país totalmente dependente do produto. Foi no seu mandato que ocorreu a Guerra dos Canudos.

Campos Sales (1898-1902) foi o primeiro, e único, presidente a baixar seu salário para contornar a crise deixada por Rui Barbosa, ministro da fazenda de Prudente de Moraes que tentara reacender a economia brasileira pedindo emprestado 15 milhões de libra, a medida não de certo e a recessão economica aconteceu no mandato de Campo Sales que foi forçado a iniciador um plano de deflação, ou seja, congelar salários e não pedir novos emprestimos. Ele também era um cafeicultor paulista e baseado na crise fortificou as teorias de Prudente de Moraes de que o café era a única coisa que prestava no país, mas não apoiava que o estado bancasse a produção e sim que o estado ajudasse na ‘propaganda’ externa do produto.

Rodrigues Alves (1902-1906) terceiro presidente paulista consecutivo tentou continuar o plano de deflação iniciado por Campos Sales, mas foi forçado a desistir dele, pois em 1906 era aprovado o Convênio de Taubaté (acordo feito entre cafeicultores de MG, SP e RJ em que o estado passava a comprar todas as sacas de café e depois as revendia, garantindo aos cafeicultores o lucro, e dando ao estado o perigo de prejuízo que já rondava os cafeicultores), foi justamente por ser contra que não pode escolher seu sucessor, pois no seu governo ficou claro o Coronelismo, Voto de Cabresto e os Currais Eleitorais e a criação da Politica ‘Café-com-Leite’ e ‘dos Governadores’ (SP e MG revesariam no poder por serem os estados mais poderosos, eles mandariam o nome do próximo presidente aos governadores garantindo a este que sua eleição fosse aprovada pela Comissão Verificadora de Poderes e tirando qualquer chance da oposição ser eleita, os governadores nomeavam juízes, delegados e outros cargos a pedido de ‘Coronéis’ que controlavam certa cidade, em troca desse prestigio os coronéis deviam garantir um numero X de votos, pois o voto era não secreto e só votavam homens maiores de 21 anos, aquele que desacatasse a ordem do coronel não tinha seu voto computado, e ainda haviam mais votos de fantasmas do que de vivos. Quanto maior fosse o numero X de votos que o coronel conseguisse, maior era seu poder). Ainda enfrentou a Revolta da Vacina que ocorreu no RJ.

Afonso Pena (1906-1909) foi o primeiro presidente mineiro no poder, e instituiu no seu mandato o alistamento obrigatório a homens que completassem 18 anos as forças armadas. Morreu antes de terminar seu mandato e Nilo Peçanha (1909-1910), seu vice que era carioca assumiu para terminar o mandato. A morte de Afonso Pena fez rachar a recém criada politica café-com-leite, pois MG alegava ter direito a outro presidente porque o seu não cumpriu o mandato sozinho, SP por sua vez dizia que era sua vez. Esse racha fez com MG se aliasse com o terceiro maior estado o RS.

Hermes da Fonseca (1910-1914) apesar de ser militar, se enquadrou na politica oligarquica e foi o primeiro presidente eleito que não era do eixo SP-MG. Era um gaúcho que só subiu ao poder por causa da morete de Afonso da Penha. Dizem que ele foi o presidente mais azarado que o país já teve. Logo que assumiu um bancao faliu, uma revolta estourou e quando visitava Portugal o rei foi deposto.

Venceslaus Brás (1914-1918) retomou a politica cafá-com-leite sendo que MG ganhou a barganha. Enfrentou duas enormes crises: a 1ª guerra mundial e a falta de indústria brasileira e uma epidemia de gripe que assolou o país matando o próximo presidente eleito Rodrigues Alves que representava SP.

Delfim Moreira (1918-1919) assumiu no lugar de Rodrigues Alves e deveria conduzir o país a uma nova eleição, mas descobriram que era louco. Seu ministro foi quem conduziu o país usando ele como um fantoche. A morte de Rodrigues Alves resultou no segundo racha de MG-SP, pois agora quem alegava não ter tido sua vez cumprida era SP.

Epitacio de Pessoa (1919-1922) estava em Paris quando recebeu a noticia de que havia sido eleito presidente da república, era um paraibano que serviu para consiliar SP-MG, ele seria controlado por SP e o próximo presidente seria de MG. Em 1922 foi criado o PCB que passou a defender as causas dos operários, ocorreu a Semana de Arte Moderna em SP e estourou o movimento chamado Tenentismo.

Artur Bernardes (1922-1926) trouxe o poder de volta a MG e logo que assumiu o poder decretou estado de sítio, ou seja, qualquer preso poderia receber pena de morte. Tudo porque ele foi quem enfrentou os movimentos tententistas e a famos Coluna Prestes.

Washington Luís (1926-1930) um carioca que construiu sua carreira politica em SP (assim como Lula nasceu em PE e teve sua carreira politica em SP) foi o último presidente da República Velha. Antes mesmo da crise economica de 1929 estourar o Brasil já não conseguia mais cumprir o convênio de Taubaté sem ter que pedir emprestimos. Com o CRACK da Bolsa de Nova Iorque, Washington Luis viu que só alguns iriam ser beneficiados pelo convenio de Taubaté e escolheu os cafeicultores paulistas indicando para ser seu sucessor Júlio Prestes (não tem nenhuma relação com o Júlio Prestes comunista e líder Coluna Prestes), o governador de SP ao invés de indicar o governador de MG. O resultado disso foi mais uma eleição disputada em que Júlio Prestes ganhou com uma fraude obvia e com a eclosão da Revolução de 1930, por um fato que não tinha vinculo direto com o que acontecia na politica.

Revoltas e Movimentos de Contestação da República Velha

Revolta da Armada

ocorreu no RJ e aconteceram duas vezes. Lideradas por Custódio de Melo e Saldanha da Gama na primeira vez que aconteceu teve apoio popular e conseguirão a renuncia de Deodoro da Fonseca, na segunda Floriano Peixoto jogou o povo contra eles e frustrou a segunda Revolta Armada.

Guerra dos Canudos (BA)

Ficou famosa porque em 1902 Euclides da Cunha, que fora a Canudos como emissário especial de um jornal carioca, descrevia os horrores que aconteceu lá no seu livro Os Sertões. Canudos era um novo-quilombo, pois reunia ex-escravos e miseraveis liderados na figura mistica de Antonio Conselheiro que pregava que D. Sebastião (aquele rei jovem que morreu e seu corpo desapareceu na luta contra os mouros no norte da África e que resultou na União Ibérica) iria renascer para tirar eles da miséria. Os aristocratas da Bahia não viam com bons olhos aquele amontoado de pé rapados pois estavam perdendo sua mão de obra ‘escrava’. Depois de mandarem três expedições que fracassaram miseravelmente o governo de Salvador mandou um carta oficial pedindo ajuda federal. Para receber apoio popular os jornais publicavam que Canudos era um amontoado de Monarquistas assassinos que se amontoaram para tentar um golpe. A quarta expedição dizimou canudos, não houve sobreviventes. Quando a obra de Euclides da Cunha foi publicada o povo passou a condenar a atitude do erxecito e do governo.

Revolta da Vacina (RJ)

Rodrigues Alves, presidente da república de plenos poderes ao prefeito da cidade do Rio de Janeiro e ao médico Oswald Cruz para urbanizarem, modernizarem e deixassem a capital do país o mais sanitária possível. O medico então pediu para que a vacina fosse tornada obrigatória. As brigadas mata-inceto passaram a invadir casas atrás de focos de ratos e para vacinar a população contra a vontade da mesma. O povo que já estava descontente com o governo pelas medidas deflacionárias no dias 13 de novembro de 1904 sairam as ruas armados com tudo o que tinham e passaram a combater soldados, policiais, médicos e qualquer um que fosse a favor da vacina. A solução foi deixar facutativa a vacina contra variola.

Revolta da Chibata (RJ)

Estava marcada para estourar dez dias após a posse do presidente Hermes da Fonseca, mas foi antecipada como repressália ao castigo corporal dado ao marinheiro Marcelino Rodrigues Menezes. Sob a liderança do almirante negro (que não era almirante, era um marinheiro) João Candido Felisberto e influenciada pelas ideias positivistas que viriam a criar o Tenentismos, a revolta da chibata apontou os canhões dos encouraçados para o palácio do RJ; caso os revoltosos não fossem anistiados eles bombardeariam a cidade. Eles conseguiram o que queriam: o castigo corporal foi proibido, mas a anistia não funcionou totalmente, tempos depois os marinheiros que participaram do movimento foram demitidos ou desaparecerão.

Sedição de Juazeiro (CE)

Nas eleições de 1909 houve o 1º racha na politica café-com-leite. Com Rui Barbosa, candidato apoiado por SP, os paulistas sairam derrotados os governadores que a apoiavam passaram a ser depostos (em PE, Rosa e Silva que era o ‘dono’ da provincia foi assassinado por Dantas Barreto, o lider da oposição que Hermes da Fonseca mandou para tomar posse da provincia). No Ceará os Accioly controlavam o estado e tinham o apoio de um dos maiores coronéis do Brasil, o Padim Ciço que além de seu poder politico tinha ganhado fama de beato. Hermes da Fonseca tentou continuar com sua politica de salvação, mas o que encontrou no ceará foi milhares de jagunços prontos para defender os interesses de Padim Ciço. Assim Hermes da Fonseca perdeu a chamada Sedição de Juazeiro.

Guerra dos Contestados (PR-SC)

Contestado é uma região na fronteira entre SC e o PR, e por isso as duas provincias vinham brigando pelo local há muito tempo, e ao mesmo tempo nunca investiram dinheiro na região. Vários retirantes miseraveis se estabelecerama li, tal qual aconteceu em Canudos, guiados por dois beatos, primeiro o Monge João e mais tarde pelo Monge José Maria. Com a ideia de mordenizar o país, Hermes da Fonseca aceitou a parceria com Percyval Falkway, um americano dono de companhias ferroviarias que já estava trabalhando na ferrovia trans-amazônica e acertou que iria fazer uma ferrovia ligando seu estado o RS a SP e ao RJ. Só que por influencias de coroneis locais que queria a ferrovia passando perto de sua casa o caminho acabou passando pela região do contestado. Os retirantes não quiseram sair. E ocorreu uma nova Canudos. O massacre durou de 1912 a 1916 tendo o erxecito chegado a usar os novos aviões de guerra para bombardear o local.

Movimento Operário

O Movimento Operario que ocorreu no Brasil de 1900 a 1930 primeiramente foi liderado por anarquistas que queriam desistituir do poder os aristocratas cheios de terra e impedir ao mesmo tempo que a nova burguesia industrial chegasse ao poder. Em 1917 ocorreu em São Paulo uma greve gigantesca de operários, insatisfeitos com a falta de leis trabalhistas (foi nessa época que o número de operários mais aumentou por causa da 1ª Guerra Mundial). Em 1922 os comunistas tomavam a liderança nos movimentos operários.

Tenentismo (Principais Capitais)

Foi um movimento que se difundio apenas por militares de baixo escalãão, porque só haviam dois tipos de escolas de qualidade para crianças vindas da classe média: as escolas eclesiasticas (da Igreja) e as escolas militares. Assim muitos garotos que nunca tiveram vocação se tornarm padres e militares. O Tenentismo: atingiu esses jovens que influenciados pelo Positivismo; era Reformista, mas não revolucionário, pois sabia que o sistema era bom, os politicos que haviam corrompido ele; era altamente elitista, considerava o povo altamente alienado e incapaz de conduzir um movimento reformista; achavam que eram os únicos que poderiam salvar o páis e assim se tornavam golpistas, vendo na luta armada a única solução possível; tinha uma indefinição ideologica (queriam que tudo ocorresse ao mesmo tempo: o voto secreto, o voto da mulher, alfabetização para todos, fim do poder oligarquico, etc.)

Nas eleições de 1922 os estados coadjuvantes: PE, RS, RJ, RS… tentaram peitar os dois chefes: MG e SP que colocaram Artur Bernarde(MG) como candidato. Os tenentistas viram candidatura de Nilo Peçanha a esperança de uma mudança no país e passaram a apoiar a candidatura do mesmo. Com a derrota nas urnas, os ‘tenentes’ decidiram não deixar Artur Bernardes assumir o poder, e estorou o golpe que ficou conhecido como os 18 do Forte Copacabana, que a principio havia estourado em vários fortes das principais capitais nacionais, mas a única que se manteve foi a do RJ. Os 17 tenentes que não quiseram desistir do movimento rasgaram uma bandeira do Brasil e colocaram no peito da farda um pedaço dela e saíram pelas ruas com fuzis para morrer pela causa. Um civil se incorporou ao grupo que não parou até ser fuzilado pelas tropas do erxecito. Só sobreviveram dois revoltosos: Eduardo Gomes (que mais tarde viraria herói da 2ª guerra e concorreria ao cargo de presidente duas vezes) e Siqueira Campos (herói Pernambucano). Houve ainda a Revolta de São Paulo, mas que não teve tante repercussão quanto os 18 do Forte Copacabana, mas que foi fundamental para a formação da Coluna Prestes, liderada pelo coronel paulista Miguel Costa e o tenente gaúchi Júlio Prestes. A Coluna Prestes percorreu boa parte do território brasileiro lutando contra as forças do governo de Artur Bernardes sem nunca sofrer nenhuma derrota, mas sem ter nenhuma vitória expressiva. A coluna se desfez com o fim do governo de Bernardes.

Cangaço (Nordeste)

O ciclo do cangaço ocorreu no interrio do Nordeste entre 1870 e 1940. Considera-se o fim do Cangaço a morte de Lampião e seu bando, o mais famoso e influente cangaceiro que aterrorizou os coronéis nordestinos. O último cangaceiro a morrer foi o “Diabo Loiro”, cunhado de Lampião que não aceitou a anistia oferecida após a morte de Lampião e preferiu morrer numa emboscada. O cangaceiro foi considerado como um Robin Hood brasileiro por alguns idealistas, mas ele nunca roubou para dar para os outros, ele roubava para si, e às vezes dava dinheiro para quem ele simpatizasse, na verdade o cangaceiro era um Bandido Social que lutava contra os principais problemas que atingiam o interior do nordeste: o latifúndio na mão de coronéis que geravam brigas e até pequenas guerras, tanto entre coronéis como entre cangaceiros e coronéis (na verdade os cangaceiros começaram trabalhando para os coronéis para derrotar os cangaceiros de outro coronéis e para ser a guarda social do latifundiário). A maioria dos cangaceiros tinha um motivo para ser um bandido social: uma criança que teve a infância destroçada pela seca, um
jovem que teve os sonhos arruinados pelos interesses de um coronel corrupto e a miséria que destruia vidas ao seu redor. Eles viam no cangaço a salvação para seus problemas, achavam que se o mundo era cruel, eles teriam que ser cruel com o mundo. Se tornavam justiceiros e tinha a justiça federal ao seu lado, pois pelo país ser federalista as policias locais não podiam entrar em outros estados, os cangaceiros quase sempre agiam nas fronteiras de provincias e foi por isso que só em 1940 quando o Brasil passou a ser centralista nas mãos de Vargas que os cangaceiros passaram a ser dizimados.

a gente para por aqui

amanhã Era Vargas, e quem sabe já república populista, terça feira quero estar acabando com regime militar e república atual…

Ah Duda parabens por ter passado na FBV ;D

Estou me resolvendo provas de 1ª fase anteriores pelo site da covest, é um dica que dou, para você saber o nível do seu desempenho… ;D Estão nervosos? Eu estou começando a ficar finalmente… Mas tou confiante e tomara que domingo chegue logo… Odeio essa agonia…

hsuihsuihsuihu

no resto só, amanhã eu volto ;D

Bruno Tôp

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4 Comentários »

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  1. gostaria de saber o que é comissão verificadora
    na republica velha

  2. vlw galerinha, o pessoal td q tomou a iniciativa d formar esse blog do FERA tá d parabéns… pra mim serviu muito!
    Obg!
    …e vamos p segunda!!!
    abraço!

  3. isso ñ me ajudou em nada do que eu tava procurando

  4. muito bom mesmo otimo conteudo


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